quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Volta?



Deixando-me levar pelas músicas, e pelos sentimentos que elas trazem consigo; eu acabei chegando até a tela branca do meu editor de textos mais uma vez. E, numa sensação que mesclava nostalgia e excitação, deixei minhas letras soltas mais uma vez. O que escrever? Talvez um conto, talvez uma poesia; para falar a verdade, eu sempre senti saudades da época em que digitava meus sentimentos com uma frequencia maior.

Olhando para trás, eu vejo ali uns vários textos meus. Contos, poemas, ou simples conversas que eu tenho com meu editor, conversas com aqueles que lêem das minhas palavras. Eu deixei brotar um pequeno sorriso, um para cada letra que eu acompanhava. E, de repente, me veio a vontade de voltar a digitar como sempre, como antes. Como uma forma de me libertar, como uma forma de deixar debandar a alegria, a tristeza, a minha existência.

Este é um pequeno recado, será que alguém passa por aqui, ainda? Tentarei deixar alguns caprichos meus por aqui, talvez dois, às vezes três, certamente um por semana.





Leia até o fim...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Suas Palavras



Foram, talvez, apenas aquelas suas palavras
Vindas no espontâneo de silêncio e sorrisos
Em conversas de noites tão amadas
Em falas de sentimentos esculpidos

Foram, talvez, muitas daquelas suas palavras
Vindas de almas, vontades e descompromissos
Em paixões quase vivenciadas
Em sussurrares quase diluídos

Foram, talvez, simplesmente aquelas suas palavras
Vindas da amada de meus singelos pensamentos
Em falas só compartilhadas
Em toques – tão distantes – não dados

Fora, certamente, você.
Vinda para meus sentimentos
Em palavras, apenas aquelas, ditas.
Muitas daquelas, ditas.
Simplesmente, ditas.











Leia até o fim...

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Pseudo Logia




Dos anos, restou-me
a vaga memória

Lágrima suada de quem
(não) se comporta

Carta da alma, escrita
feito uma história

Mingua no céu, aumenta
a dor em uma cota.






Leia até o fim...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Fratura Poética



Me perguntam
como verso

Verso como
quem anda de muleta

Verso, é de prosa
que não saiu da caneta

Verso frustrado
Mas o verso que verso
esse, sai amado.



Leia até o fim...

Faces




Logro de momentos não vividos
Em prosas enfermas
Em latentes sopros de vida

Logro versando dor e suspiros
de cenas eternas
de estória rara cumprida


Logro em versos
que não quero
Logro em palavras
sem mistério





Leia até o fim...

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